domingo, 12 de junho de 2011

Passar muito tempo sentado prejudica o corpo e aumenta a obesidade

Pesquisa mostra que falta de movimentação no trabalho aumenta obesidade

Fonte: Andressa Basilio


O culpado dos quilos em excesso está longe de ser apenas a má alimentação. Um novo estudo americano mostra que a falta de atividade física no trabalho aumenta a obesidade. Os autores da pesquisa, publicada na revista PloS One, compararam o gasto energético atual dos americanos trabalhadores com o gasto em 1960. A conclusão foi de que, hoje, as pessoas gastam 140 menos calorias do que antes e apenas 20% delas trabalham em funções que exigem atividade física moderada, enquanto, na década de 60, essa proporção era de 50%.

O sedentarismo faz parte da sociedade atual - e não apenas durante o trabalho. Quando você entra no ônibus, procura logo um assento vazio; quando está diante de uma praça de alimentação, espera impacientemente um lugar para sentar; depois de subir uma ladeira, um banco de rua pode ser muito bem-vindo. Mas, já parou para pensar quanto tempo da sua vida você fica sentado? Provavelmente não, pois nos acostumamos a isso assim que chegamos à escolinha e somos encaixados na carteira.
Com o passar do tempo, sentar-se virou sinônimo de recompensa, de descanso. Porém, é importante reconhecer que isso pode ser prejudicial, principalmente se você passa o dia todo sentado. "Hoje em dia existem muitas profissões que mantém o indivíduo sentado. Quem trabalha em escritório ou como motorista, por exemplo, precisa tomar alguns cuidados com o corpo", indica Raul Santo de Oliveira, fisiologista do exercício da Unifesp.

Ai, minha coluna

Quem nunca sentiu dor na coluna, que atire a primeira pedra. A maior consequência de ficar muito tempo sentado é o comprometimento da coluna vertebral. "Quando estamos sentado, os discos intravertebrais - responsáveis pelo amortecimento do impacto dos movimentos- ficam muito pressionados, causando inflamação nos nervos e, por isso, a dor nas costas e o desvio postural. Eventualmente, isso pode levar a problemas mais sérios como a hérnia de disco", afirma o fisiologista. Com o passar do tempo, os nossos tendões ficam naturalmente mais curtos. Porém, para aquelas pessoas que passam muito tempo sentadas, esse encurtamento acontece mais cedo. Mais um motivo para as dores aparecerem. 

 Circulação comprometida

Além da coluna, problemas circulatórios sérios podem ocorrer. "Quando estamos sentados, há uma compressão de todos os vasos sanguíneos. O sangue não circula direito, há dificuldade de oxigenação do corpo, de transporte de nutrientes e de hormônios. O cansaço e a fadiga podem também ficar acentuados 
com a má circulação sanguínea", diz Raul Santo.

Obesidade

E por que não falar em obesidade? Quando você não se movimenta muito, o metabolismo fica mais lento e sua queima calórica é mais baixa. Isso, quando associado a outros fatores, como falta de exercício físico e 
pré-disposição, pode levar ao sobrepeso e, mais gravemente, a obesidade.

A melhor saída

Para quem precisa trabalhar sentado, mudar de emprego não dá, claro. O caminho não é bem por aí. É muito mais simples que esse, na verdade. "As pessoas podem fazer exercícios simples de alongamento do corpo, quando estão sentadas ou quando se levantam para ir ao banheiro ou pegar um cafezinho. Espreguiçar-se vai dar maior oxigenação ao organismo. Faça uma pausa a cada uma hora ou uma hora e meia sentado para alongar o pescoço e a coluna e mexer as pernas", explica Raul Santo. " É importante que a pessoa crie o hábito de alongar-se para reposicionar o corpo, tentando alcançar o equilíbrio postural."

Trabalho mais confortável

O especialista acredita que as empresas precisam ter consciência dos males que podem trazer aos funcionários e investir mais em técnicas que visem o aumento da qualidade de vida como a ginástica laboral e a ergonomia, por exemplo.
Mas o que é ginástica laboral? Segundo Raul Santo, esse é um recurso de exercícios simples que pode ser aplicado várias vezes ao longo do expediente. A empresa contrata um profissional para ensinar aos funcionários o método correto de se alongar. Os exercícios, que duram cerca de 10 minutos, geralmente são feitos com música e os envolvidos podem fazê-los usando a própria roupa do corpo. "A ginástica laboral é feita de duas a três vezes ao dia e os resultados são muito proveitosos. Já com a ergonomia, o objetivo é ajustar o corpo de alguém ao meio onde ele vive e trabalha." Para isso, os móveis e os objetos com os quais ele está envolvido precisam estar de acordo com as estruturas do corpo humano.
 "A cadeira não pode ser nem alta nem baixa. O ideal é que os pés da pessoa fiquem acomodados no chão. O encosto precisa dar apoio para que o corpo do funcionário forme um ângulo de 90°. Para quem trabalha em frente ao computador, a tela precisa estar na linha dos olhos."

Até as roupas que vocês usa para trabalhar podem te ajudar a melhorar. "Procure usar roupas mais confortáveis para que o sangue possa circular sem maiores dificuldades. Sapatos muito apertados podem prejudicar o retorno do sangue venoso para o coração e com isso manter o metabolismo lento. O salto alto, muitas vezes, pode desencadear varizes e encurtamento de tendões", diz Raul Santo.  

terça-feira, 7 de junho de 2011

Esclarecimentos quanto ao surto causado por E. coli na Alemanha e em outros países da Europa

Esclarecimentos quanto ao surto causado por E. coli na Alemanha e em outros países da Europa

A Escherichia coli (E. coli) é uma bactéria encontrada naturalmente no intestino de humanos e
de animais. A maioria das cepas de E. coli são inofensivas, todavia, algumas podem causar
graves doenças transmitidas por alimentos, como é o caso da E. coli enterohemorrágica
(EHEC), que produz uma toxina denominada verotoxina ou do tipo Shiga, sendo por isso
também chamada de E. coli produtora de verotoxina (VTEC) ou E. coli produtora de toxina
Shiga (STEC).
Os principais sintomas da doença provocada pela EHEC são cólicas abdominais severas e
diarréia, podendo evoluir para diarréia sanguinolenta. Vômitos e febre também podem
ocorrer. O período de incubação, isto é, o tempo entre a transmissão e o início do
aparecimento dos sintomas varia de 3 a 8 dias, com média de 3 a 4 dias. A maioria da
população se recupera em 10 dias, mas em pessoas mais vulneráveis, a infecção pode agravar-se,
levando à Síndrome Hemolítica Urêmica (SHU). A SHU é caracterizada por falência renal
aguda, anemia hemolítica e trombocitopenia.
Em 22 de maio de 2011, a Alemanha notificou o Sistema de Alerta Antecipado e Resposta da
Comunidade Européia (EWRS) relatando um aumento significativo no número de pacientes
com diarréia sanguinolenta causada por STEC e SHU.
A investigação teve início naquele país em 24 de maio e no dia 27 foi emitido o primeiro alerta
pela Rede Internacional de Autoridades em Inocuidades de Alimentos (INFOSAN) da qual a
Anvisa é ponto focal. Em 03 de junho, o Escritório Regional da Organização Mundial da Saúde
emitiu atualização dos dados informando um total de 1823 casos notificados na Europa, sendo
552 de SHU (12 casos fatais) e 1115 de EHEC (6 casos fatais). Na Alemanha, há 520 casos de
SHU e 1213 de EHEC. Os demais casos foram notificados na Áustria (SHU 0, EHEC 2),
Dinamarca (SHU 7, EHEC 7), França, (SHU 0, EHEC 6), Holanda (SHU 4, EHEC 4), Noruega, (SHU
0, EHEC 1), Espanha, (SHU 1, EHEC 0), Suécia (SHU 15, EHEC 28), Suíça (SHU 0, EHEC 2), Reino
Unido (SHU 2, EHEC 1), República Tcheca (SHU 0, EHEC 1) e Estados Unidos (SHU 2, EHEC 0). A
maioria dos casos ocorridos fora da Alemanha, incluindo os dois casos ocorridos nos Estados
Unidos, está vinculado a pessoas que estiveram nesse país, especialmente na região norte.
A EHEC possui diversos sorotipos, entre eles, O157:H7, de importante relevância para a saúde
pública e O104:H4, um sorotipo raro e que está associado aos casos que vêm ocorrendo na
Europa.
A EHEC é transmitida ao homem pelo consumo de alimentos contaminados, principalmente
carne e leite crus ou mal‐cozidos. O consumo de vegetais contaminados crus também pode ser
uma rota de transmissão. Outra possibilidade é a transmissão de pessoa a pessoa, pela via
fecal‐oral. Um exemplo muito conhecido de surto causado por essa bactéria aconteceu nos
Estados Unidos e esteve relacionado ao consumo de hambúrguer mal cozido. No caso do surto
da Alemanha, ainda não foi definida a fonte de contaminação. Estudos preliminares realizados
pelas autoridades de saúde apontam três alimentos in natura como mais prováveis fontes da
contaminação: pepino, tomate e alface.
Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), autoridade que
fiscaliza a importação de produtos hortícolas, o Brasil não importa os três alimentos
atualmente indicados como mais prováveis fontes da contaminação. Quanto aos alimentos em
conserva importados da Europa, deve‐se esclarecer que esses alimentos não estão
comumente associados a surtos dessa natureza. Isso pode ser explicado porque a produção de
hortaliças em conserva, incluindo o pepino, combina duas medidas destinadas ao controle de
bactérias e outros microrganismos: a acidificação ‐ por meio da adição de substância ácida ou
fermentação – com pasteurização, refrigeração ou adição de conservantes. De toda forma,
vários estudos estão sendo realizadas na Europa para a identificação da fonte de
contaminação,  levando‐se em consideração que esse tipo de bactéria é raro e o perfil da
contaminação pode diferir do padrão existente.
Com base nas características atuais desse surto a Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária -
esclarece que, no momento, não serão adotadas medidas restritivas pela referida Agência e 
que não há motivo de maior preocupação pela população brasileira. A Anvisa avalia atentamente
 a evolução do surto na Alemanha e em outros países da Europa a fim de garantir uma rápida
 resposta caso seja necessário.
A Anvisa recomenda aos viajantes que estejam se dirigindo à Alemanha, que evitem consumir
vegetais crus, em especial, pepinos, tomates e alfaces, até que a origem do surto seja
confirmada, e estejam atentos a outras recomendações das autoridades alemãs.
Outras medidas de prevenção envolvem procedimentos de higiene e de Boas Práticas de
manipulação de alimentos, como: lavagem adequada das mãos antes de preparar, servir ou
tocar os alimentos, após o uso do banheiro, após manipular alimentos crus e após contato com
animais. Além disso, pessoas que apresentarem sintomas da doença como diarréia ou vômito
não devem manipular alimentos. As frutas e vegetais devem ser lavados adequadamente,
especialmente aqueles que forem consumidos crus. Por fim, recomenda-se que os alimentos
sejam cozidos a 70°C, pois este é o único método efetivo para eliminar a EHEC de alimentos
contaminados.

Essas recomendações estão resumidas nos 5 pontos‐chave para uma alimentação segura, e
são divulgadas no site da Anvisa:
http://www.anvisa.gov.br/hotsite/cinco_pontos/index.htm. Também é disponibilizado um folder
para orientar sobre medidas simples que ajudam a evitar doenças transmitidas por alimentos
durante viagens, o qual é conhecido como “Guia para uma Alimentação Segura para
Viajantes”.

domingo, 5 de junho de 2011

Atenção Mulheres: ser fumante, não é mais sexy.

Atenção Mulheres: ser fumante, não é mais sexy.

 Na década de 70, ícones mundiais como Marilyn Monroe e a personagem de desenho animado Betty Boop, davam uma falsa impressão de charme às mulheres fumantes. Considerando a época, podemos até usar em defesa dessas vanguardistas, o fato de que elas não tinham conhecimento do mal que faziam a si mesmas. Mas hoje não tem mais desculpa certo? Errado!
Apesar das mais diversas campanhas contra o tabagismo e dos infinitos (e assustadores) dados divulgados pela Organização Mundial de Saúde; ainda assim um terço da população mundial se declara fumante. Ou seja, cerca de 2,4 bilhões de pessoas têm contato diariamente com substâncias tóxicas. Sem contar os fumantes passivos, vítimas dos fumantes sem etiqueta, que fumam em lugares fechados e proibidos por lei.
 Achou esse número assustador? Espere até ver os próximos. Ainda segundo a OMS, a cada dia,100 mil pessoas tornam-se novos fumantes, entre elas, crianças. Pesquisas mostram que, mesmo em países desenvolvidos, 42% dos homens e 24% das mulheres são fumantes. No Brasil, um levantamento realizado pelo Ministério da Saúde e pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca) indica que 18,8% da população brasileira é fumante – 22,7% dos homens e 16% das mulheres.
O tabagismo é responsável pela morte de cinco milhões de pessoas por ano no mundo. Só no Brasil, 23 brasileiros morrem por hora; cerca de 200 mil por ano. 

 Um mal ainda maior para as mulheres

 O cigarro pode tirar em média,  14,5 anos de vida de uma fumante.  Fumar aumenta significativamente o risco de muitos outros tipos de de câncer em mulheres incluindo o câncer de mama, câncer de boca, câncer de faringe, laringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga, útero e cervical. 
 Mulheres que fumam tem o dobro de chance de desenvolverem doença coronária e 10 vezes mais riscos de morrer de doença pulmonar obstrutiva crônica do que não fumantes. 
 O cigarro pode também levar a menopausa prematura, doença nas gengivas, perda de dentes e envelhecimento prematuro da pele. 
 Mulheres fumantes em idade reprodutiva podem ter mais dificuldades em engravidar, ter partos prematuros, bebês com peso muito baixo, bebês com baixa função pulmonar, bronquite ou asma. 
 Mulheres com mais de 35 anos que fumam e tomam anticoncepcionais tem risco de desenvolver coágulos sanguíneo fatais. 
 Por isso mulheres, ”SE AMAR” faz parte do primeiro passo para parar de fumar. Afinal, aprendemos hoje que ser sexy é ser saudável. E isso não inclui o cigarro na sua dieta.

Desafios da dengue

Repassando:

www.amep.org.br/docs/apresenta_seminario_dengue/Amep Dengue Pedro Luiz Tauil.pdf

Vacinação contra gripe supera meta nacional

03/06/2011 , às 09h34 

Vacinação contra gripe supera meta nacional



Pais e responsáveis devem ficar atentos para a segunda dose de crianças com menos de 2 anos. Ela deve ser feita 30 dias após a primeira aplicação
O balanço parcial, desta quinta-feira (2), aponta que foi superada a meta da 13ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. Até as 11h, foram vacinadas 24.340.342 pessoas, em todo o Brasil. O número representa uma cobertura nacional de 81,33% do público alvo da campanha, de aproximadamente 30 milhões de pessoas. A meta era de 80%.
Na análise por grupo prioritário, a cobertura mínima também foi alcançada entre pessoas com mais de 60 anos (83%), crianças de 6 meses a menores de 2 anos (88,36%) e trabalhadores de saúde (94,77%).
A cobertura entre as gestantes estava em 53,26% e, entre os indígenas, 60,79%. É importante lembrar que, no caso das grávidas, deve-se considerar que o cálculo é feito com base no número de nascimentos durante todo o ano. Por isso, é preciso levar em conta as gestantes que deram à luz nos primeiros meses do ano, antes da vacinação, e as que vão engravidar após a Campanha.
Entre os indígenas, outro público-alvo da campanha, a vacinação ocorre nas aldeias onde vivem. Trata-se de uma população que habita áreas remotas, de difícil acesso, e, por isso, os dados só são inseridos no sistema de informações depois que as equipes voltam das aldeias.
Os dados foram repassados ao Ministério da Saúde pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde e devem sofrer alteração nas próximas semanas. À medida que estados e municípios incluam no sistema informações sobre doses já aplicadas, o percentual de cobertura nacional deverá aumentar.
ATENÇÃO PARA 2ª DOSE DAS CRIANÇAS - No caso das crianças de 6 meses a menores de 2 anos (1 ano, 11 meses e 29 dias), para garantir a proteção contra a doença, pais e responsáveis devem estar atentos e levá-las aos postos de vacinação para tomar a dose de reforço. Nessa faixa etária, a vacina é aplicada em duas meias doses, com intervalo de 30 dias entre a primeira e a segunda. É importante levar o cartão de vacinação da criança, para atualização das doses aplicadas.
O Ministério da Saúde mantém a recomendação de que estados e municípios continuem a vacinação até chegar ao percentual de 80% para as populações alvo. Nos locais onde a campanha for adiada, as pessoas podem entrar em contato com a Secretaria de Saúde do seu município ou estado, para saber o endereço e o horário de funcionamento dos postos de vacinação. Esta mesma orientação vale para os pais ou responsáveis por crianças de 6 meses a menores de 2 anos, que precisam tomar a segunda dose da vacina.
ANOS ANTERIORES – Veja abaixo a Cobertura final da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, em todo o país, nos últimos cinco anos:
2006 – 85,73% 
2007 – 75,99% 
2008 – 75,06% 
2009 – 82,77% 
2010 – 79,07%
PÚBLICO AMPLIADO – Em 2011, pela primeira vez, foram incluídos no público alvo da campanha as gestantes (em qualquer fase da gravidez), as crianças de 6 meses a menores de 2 anos (1 ano, 11 meses e 29 dias) e os trabalhadores de saúde. Até o ano passado, a campanha era voltada para idosos (pessoas com 60 anos e mais) e indígenas, que continuam entre os grupos prioritários.
Promovida por todo o Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo Ministério, Secretarias Estaduais e Municipais, a campanha distribuiu 32,7 milhões de doses, para todos os estados e municípios. A vacinação ocorreu em mais de 33 mil postos de todo o país e mobilizou 240 mil profissionais de saúde. A vacina protege contra os três principais vírus que circularam no hemisfério Sul em 2010, entre eles o da influenza A (H1N1).
OUTRAS FORMAS DE PREVENÇÃO – Adotar alguns hábitos de higiene também previne a gripe. Entre esses hábitos, estão: lavar as mãos com frequência, cobrir nariz e boca com lenço descartável ao tossir ou espirrar e não compartilhar alimentos e objetos de uso pessoal se estiver com sintomas de gripe – febre, tosse, coriza, dor de cabeça e dor no corpo (músculos e articulações).
Por Rafaela Ribeiro, da Agência Saúde – ASCOM/ MS 
(61) 3315-6246/6256